A Ilha do Pessegueiro, imortalizada pela canção de Rui Veloso [com letra de Carlos Tê], é um pedaço de terra de 340 metros de comprimento e 235 metros de largura, rodeada pelo mar, situando-se sul de Porto Côvo, apenas a 250 metros da costa.
Contrariando a sua designação e a letra da canção nunca lá existiu nenhum pessegueiro.
O nome da ilha terá sido motivo de alterações desde o tempo em que os
romanos por lá andaram na salga do peixe, em que se usava o termo pesqueiro.
É uma das áreas mais valiosas do concelho de Sines do ponto de vista ecológico e paisagístico.
A ilha é, além disso, um local de dormitório e nidificação de aves [gralha, gaivota, corvo-marinho] algumas delas ameaçadas de extinção.
Aprender as curiosas histórias das suas ruínas [fábrica de salga, pedreiras, cisterna, castelo] tem mais sabor quando ouvidas no local.
De Junho a Setembro há visitas guiadas a partir de Porto Côvo.
cajoco
Fonte: Google [adaptação]
Foto: cajoco
Foto: cajoco
Boa Tarde,
ResponderEliminarConheço bem a paisagem, adoro toda a costa vicentina, visito-a varias vezes por ano.
A foto está magnifica, tenho uma que penso que já a publiquei muito idêntica.
Abraço
AG
http://momentosagomes-ag.blogspot.pt/
A Costa Vicentina, as suas prais isoladas com pouca gente e os caminhos que nos levam até elas fazem a beleza do percurso.
EliminarObrigado pela referência à foto. Trata-se duma visão apelativa e que não inédita da Ilha do Pessegueiro.
Las zonas costeras nos pueden mostrar paisajes con esas bellezas
ResponderEliminarA Costa Vicentina, desde Sines até ao Cabo de S. Vicente é das mais belas, amigo Juan.
Eliminar~
ResponderEliminar~ ~ Lembro~me do professor Hermano José explicar que o mome tinha origem em "piscis" que significava peixe.
~ ~ Não fazia ideia das suas construções. A foto está como cajoco nos habituou-- soberba.
~ ~ Um local que parece gozar da paz dos deuses. Ainda se pesca por lá?
~ ~ ~ ~ Muitos passeios e muitos mergulhos. Dias felizes. ~ ~ ~ ~
O professor Hermano Saraiva ao reportar a origem do nome como "piscis" deve ter as suas razões, certamente bem fundamentadas. É uma hipótese verossímil.
EliminarObrigado pela referência à foto. Ali pesca-se sempre, até caça submarina se pratica.
O tempo não está muito para mergulhos, mas... dá-se um jeito.
Saudações amigas!
Fico daqui a imaginar a beleza dessa ilha Jorge
ResponderEliminarNosso planeta é magnifico ,por onde vamos encontramos maravilhas.Pena nã sermos capaz de conhecer cada pedacinho. As fotografias fazem o trabalho .Obrigada Jorge.
Adorei a foto.Dá a visão de tudo que envolve.
abraço grande
Fotografar a natureza é um modo de sobrevivência mental. Na fotografia temos liberdade. É sentir que os amigos estão do outro lado.
EliminarEncontram-se sempre terras perdidas, onde fazemos grandes descobertas.
Grato pelo comentário, sempre amistoso.
Interessante discrição desse local!
ResponderEliminarMas, a foto e sua perspetiva, é divinal!! Adorei mesmo!
Abraço
Às vezes as fotos saem bem, amigo Rui. Obrigado pelo elogio, que considero incentivador vindo de quem vem.
EliminarMas que excelente captação! Estou encantada com tanta beleza junta.
ResponderEliminarEu tenho uma página no facebook com fotografias tiradas por mim, será que podia dar uma vista de olhos? Obrigada :) https://www.facebook.com/franciscagarciasphotography
A beleza é mais um atributo do local.
EliminarConsegui ver as suas fotos. São excelentes fotos macro de flores e outros detalhes , fotos a sério. Entâo a do chafariz é para mim de eleição. Parabéns Francisca!!
Não consegui cadastrar-me. Deficiência minha.
Cá está um passeio que gostaria de fazer. :)
ResponderEliminarA vida é aquilo que podemos concretizar, Luisa.
EliminarFoi a minha praia de tantos anos! Ficava com o meu filho pequeno e a minha amiga Lena com a filha dela...os nossos maridos a nado iam até à ilha...
ResponderEliminarDepois, aos 47 a Lena partiu para sempre. Não voltei. Não voltámos.
Beijo e obrigada por esta memória.
São memórias que resistem. Umas transportam-nos aos momentos mais felizes, enquanto que outras mergulham em passados sensíveis e dolorosos. Temos que conviver com umas e outras, Ana.
EliminarÉ isso mesmo, meu amigo.
ResponderEliminarUm abraço