segunda-feira, 4 de agosto de 2014

" Ilha Do Pessegueiro "

A Ilha do Pessegueiro, imortalizada pela canção de Rui Veloso [com letra de Carlos Tê], é um pedaço de terra de 340 metros de comprimento e 235 metros de largura, rodeada pelo mar, situando-se sul de Porto Côvo, apenas a 250 metros da costa.

Contrariando a sua designação e a letra da canção nunca lá existiu nenhum pessegueiro.

O nome da ilha terá sido motivo de alterações desde o tempo em que os romanos por lá andaram na salga do peixe, em que se usava o termo pesqueiro.


É uma das áreas mais valiosas do concelho de Sines do ponto de vista ecológico e paisagístico.

A ilha é, além disso, um local de dormitório e nidificação de aves [gralha, gaivota, corvo-marinho] algumas delas ameaçadas de extinção.

Aprender as curiosas histórias das suas ruínas [fábrica de salga, pedreiras, cisterna, castelo] tem mais sabor quando ouvidas no local.

De Junho a Setembro há visitas guiadas a partir de Porto Côvo.

 cajoco

Fonte: Google [adaptação] 

Foto: cajoco

17 comentários:

  1. Boa Tarde,
    Conheço bem a paisagem, adoro toda a costa vicentina, visito-a varias vezes por ano.
    A foto está magnifica, tenho uma que penso que já a publiquei muito idêntica.
    Abraço
    AG
    http://momentosagomes-ag.blogspot.pt/

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    1. A Costa Vicentina, as suas prais isoladas com pouca gente e os caminhos que nos levam até elas fazem a beleza do percurso.
      Obrigado pela referência à foto. Trata-se duma visão apelativa e que não inédita da Ilha do Pessegueiro.

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  2. Las zonas costeras nos pueden mostrar paisajes con esas bellezas

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    1. A Costa Vicentina, desde Sines até ao Cabo de S. Vicente é das mais belas, amigo Juan.

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  3. ~
    ~ ~ Lembro~me do professor Hermano José explicar que o mome tinha origem em "piscis" que significava peixe.

    ~ ~ Não fazia ideia das suas construções. A foto está como cajoco nos habituou-- soberba.

    ~ ~ Um local que parece gozar da paz dos deuses. Ainda se pesca por lá?

    ~ ~ ~ ~ Muitos passeios e muitos mergulhos. Dias felizes. ~ ~ ~ ~

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    1. O professor Hermano Saraiva ao reportar a origem do nome como "piscis" deve ter as suas razões, certamente bem fundamentadas. É uma hipótese verossímil.
      Obrigado pela referência à foto. Ali pesca-se sempre, até caça submarina se pratica.
      O tempo não está muito para mergulhos, mas... dá-se um jeito.
      Saudações amigas!

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  4. Fico daqui a imaginar a beleza dessa ilha Jorge
    Nosso planeta é magnifico ,por onde vamos encontramos maravilhas.Pena nã sermos capaz de conhecer cada pedacinho. As fotografias fazem o trabalho .Obrigada Jorge.
    Adorei a foto.Dá a visão de tudo que envolve.
    abraço grande

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    1. Fotografar a natureza é um modo de sobrevivência mental. Na fotografia temos liberdade. É sentir que os amigos estão do outro lado.
      Encontram-se sempre terras perdidas, onde fazemos grandes descobertas.
      Grato pelo comentário, sempre amistoso.

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  5. Interessante discrição desse local!
    Mas, a foto e sua perspetiva, é divinal!! Adorei mesmo!
    Abraço

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    1. Às vezes as fotos saem bem, amigo Rui. Obrigado pelo elogio, que considero incentivador vindo de quem vem.

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  6. Mas que excelente captação! Estou encantada com tanta beleza junta.

    Eu tenho uma página no facebook com fotografias tiradas por mim, será que podia dar uma vista de olhos? Obrigada :) https://www.facebook.com/franciscagarciasphotography

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    1. A beleza é mais um atributo do local.
      Consegui ver as suas fotos. São excelentes fotos macro de flores e outros detalhes , fotos a sério. Entâo a do chafariz é para mim de eleição. Parabéns Francisca!!
      Não consegui cadastrar-me. Deficiência minha.

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  7. Cá está um passeio que gostaria de fazer. :)

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    1. A vida é aquilo que podemos concretizar, Luisa.

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  8. Foi a minha praia de tantos anos! Ficava com o meu filho pequeno e a minha amiga Lena com a filha dela...os nossos maridos a nado iam até à ilha...
    Depois, aos 47 a Lena partiu para sempre. Não voltei. Não voltámos.
    Beijo e obrigada por esta memória.

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    1. São memórias que resistem. Umas transportam-nos aos momentos mais felizes, enquanto que outras mergulham em passados sensíveis e dolorosos. Temos que conviver com umas e outras, Ana.

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