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sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

" ROTA POR CERROMAIOR " / Manuel da Fonseca



Aqui, mais do que em qualquer outro escrito, Manuel da Fonseca utilizou a localidade que o viu nascer e recriou Santiago do Cacém a partir, quer da realidade do tempo em que decorre a acção (anos 30 do século XX, mais precisamente o período da Guerra Civil de Espanha), quer das suas memórias de infância.
Cerromaior é um espelho de Santiago de outrora. Na cadeia, actual Museu Municipal, começa e termina o romance.

"Um grito encheu a cadeia.     Num sobressalto o rapaz ergueu-se (...) e foi até às grades (...)
Viu confusamente para lá do jardim,
 o edifício amarelado dos Paços do Concelho".


Fontes: Google&Manuel da Fonseca, in Cerro Maior
Fotos: cajoco

sábado, 31 de maio de 2014

" CRUZEIRO "


Cruzeiro de todas as devoções, abre um miradouro sobre Santiago do Cacém.

Fotautor: cajoco

terça-feira, 1 de outubro de 2013

"S. TIAGO & MOUROS"

Depois desta pausa repousante e revigorante, é gratificante para o "Scorpio" o seu reencontro com os/as amigos/as.

Normalmente nunca sei o que vou fotografar. Espero ser surpreendido. Assim sucedeu com esta foto que o meu olhar apreendeu e levo ao vosso conhecimento.



Trata-se de um singelo monumento em mármore [ex-fontanário] encimado por um burilado escudo de Portugal com as cinco quinas.



Nele perscrutei um emblemático S. Tiago, sobraçando no braço esquerdo o escudo ostentando a cruz da Ordem de S. Tiago e brandindo na mão direita a espada. 

Imagem evocativa das lutas entre cristãos e mouros.

Fotoautor: cajoco

terça-feira, 29 de maio de 2012

Castelo de Santiago do Cacém e Capela de S. Pedro


O Castelo de Santiago do Cacém, no Alentejo, localiza-se na cidade, freguesia e concelho de mesmo nome, no distrito de Setúbal, em Portugal.

Em posição dominante sobre uma modesta colina, vizinha à orla atlântica e ao porto de Sines, controlava a planície vizinha.


O templo foi construído no século XVI, desconhecendo-se até ao momento a data do início das obras, o nome do fundador, as reconstruções ou os motivos que levaram à sua construção, por sua vez baseada num modelo caracterizado pela justaposição de dois módulos arquitectónicos diferenciados: a galilé ou nartex e a capela.
A galilé ou nartex – galeria com arcadas adossadas à fachada principal – serviu em outros tempos para dar apoio aos romeiros e peregrinos das procissões e festas em honra de São Pedro. A capela – incendiada em 1895 –, por sua vez, apresenta linhas muito simples, com portal em cantaria e óculo no frontão, definindo uma só nave abobadada e uma cabeceira composta por sacristia e capela-mor, esta com cobertura de cúpula.

Fonte: Google                                Fotos: cajoco